Artigos e Opniões

Assédio Moral no Direito do Trabalho

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Por Sérgio Schwartsman Ultimamente um problema social relacionado ao trabalho foi inserido no mundo jurídico e especificamente em processos trabalhistas, qual seja, o assédio moral, de modo que hoje é tratado e analisado na legislação, jurisprudência e doutrina de inúmeros países. Pode-se afirmar, sem medo de errar, que hoje o assédio moral nas relações de trabalho é um dos problemas mais sérios enfrentados pela sociedade atual. Neste tipo de situação, a vítima, ou assediado, é submetida a processo sistemático de usurpação de seus direitos através de perseguições, humilhações e constrangimentos, sempre de forma repetitiva, durante a jornada de trabalho. Ou seja, trata-se de violência psicológica, empregada de forma repetitiva e duradoura, visando enfraquecer o assediado, até que não aguent...

Brasil X Alemanha

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Recife 08/07/14 O jogo ainda não acabou Faltam alguns minutos, mas já sei. O resultado se desenha. Por isso já escrevo, para depois refletirmos: É a derrota da pálida mentira. Má seleção, teimoso técnico, jogadores mimados, time que vence a duras penas e tira uma semana de folga para fazer boas farras. A Alemanha não tirou um único dia sequer sem teinar Uma querida amiga de minha igreja postou num grupo de rede: "Dá-lhe Brasil. Afinal Deus é brasileiro" Convenço-me que sim. Decerto O é. Só sendo. Com a derrota, ELE demonstra todo seu amor com nosso futuro. Zela pelos meses seguintes desta nação e pela vida de meus netinhos, que torço (aí sim) por uma vida com cidadania plena. Ao permitir a derrota da seleção (antigo escrete da canarinha) preserva a esperança. Derruba ilusões. Destrói falso...

ADOECIMENTO DOS POLICIAIS FEDERAIS

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Psicologia na PF - “Uma instituição em crise” Artigo da APF Ana Amélia Correia, lotada na SR/PE, com formação em Psicologia. O artigo construído sobre o tema: “O ESTRESSE NA ATIVIDADE POLICIAL”, enfoca o adoecimento psíquico da categoria policial federal.  A partir de pesquisas bibliográficas e também descritivas (esta última feita em  local de lotação), busca estudar as possíveis correlações entre o adoecimento do servidor policial e o nível de estresse decorrentes da função. Já passa da hora de abrirmos mais um front de luta, debruçando atenção na Saúde Mental de nossos policiais.  Convido a todos para também direcionarmos esforços e atenção ao ambiente “psicológico” da nossa Polícia Federal. É gritante a ausência ou precariedade dos serviços de assistência psicossocial condizentes com a...

Televisão-lixão e abstenção eleitoral: de quem é a culpa?

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Por Claudio Tognolli | Claudio Tognolli – A porcentagem de abstenções nas eleições de 2010 aumentou em 1,37% em comparação com as eleições de 2006. Em 2010, 18,12% dos eleitores não votaram, o que dá 24,6 milhões de votos não validados contra 111,1 milhões computados. Em 2002, a abstenção foi de 17,74% e em 2006 de 16,75%. A porcentagem de votos em branco também cresceu em comparação com as eleições de 2006. Foram 3,13% neste ano (3,4 milhões), contra 2,73% em 2006 e 3,03% em 2002. Já os votos nulos vem caindo nas últimas três eleições: 7,35% em 2002, 5,68% em 2006 e 5,51% neste ano (6,1 milhões). A quantidade de brasileiros que não apareceu para votar nas últimas eleições presidenciais chegou a 29,1 milhões, ou 21,50% dos eleitores, índice só menor do que o registrado em 1994, quando Fern...

Para deputado, integração das polícias deve ser grande legado da Copa

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Opinião Em debate na Câmara, delegado afirma que o País está preparado para lidar com manifestações durante o mundial. A integração das polícias pode ser o grande legado da Copa do Mundo de 2014. A opinião é do presidente da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara, deputado Pauderney Avelino (DEM-AM), que defendeu essa tese depois de audiência pública que discutiu, nesta terça-feira (27), a estrutura de segurança para o mundial. Avelino visitou o centro de controle montado em Brasília para a Copa e saiu de lá muito bem impressionado. "Não apenas a infraestrutura, mas, sobretudo, os núcleos de coordenação nos estados, tendo as polícias Federal, Militar e Civil em total interação merecem destaque”, apontou. Na avaliação do parlamentar, a estratégia utilizada nos...

Financiamento da segurança pública precisa de atenção

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Contas à vista Por: José Maurício Conti Assunto que sempre está na ordem do dia, a questão da violência, e por consequência da segurança pública, tem sido objeto de maior destaque nas últimas semanas, em que se tem observado um — no mínimo aparente — aumento da criminalidade. Crimes que tem chocado a população, greves de policiais, situação prisional degradante em alguns estados e sucateamento de órgãos de investigação: o noticiário foi farto nos últimos dias em más notícias na área da segurança pública, e nos obrigam a pensar mais sobre o assunto. Trata-se de tema que envolve inúmeros aspectos e áreas do conhecimento humano, e, portanto, de grande complexidade não só na sua compreensão, mas também e principalmente na busca das melhores soluções para resolver as inúmeras e relevantes quest...

A Polícia Federal vista de dentro por um de seus integrantes

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Carta de ex-aluno Por: Saulo Moraes Nesse dia 25/04/14, o jornalista Luiz Nassif publicou em seu jornal on line (jornalggn.com.br) “A Polícia Federal vista de dentro por um de seus integrantes”, onde comenta carta de ex-aluno da Academia Nacional de Polícia pertencente ao grupo dos EPA’s (Escrivães, Papiloscopistas e Agentes), que se desligava do 38º CFPEPF por estar indignado com o sucateamento do Departamento de Polícia Federal (li essa carta). Após seu ponto de vista sobre a atual situação do DPF, o jornalista finaliza com uma preocupação sobre as consequências de não se resolver o grave problema latente naquele órgão. Por serem públicas as informações postas na internet e por ser a notícia de interesse do povo, este cidadão brasileiro também indignado com esse sucateamento proporcionad...

Dois cafés e a conta com Marcio Bouzas

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‘Papo de Polícia’ Policial federal, protagonista do programa ‘Papo de Polícia’, fala de riscos, recompensas e dilemas da profissão Por: Mauro Ventura Marcio Bouzas vive de sobreaviso. Aos 38 anos, carioca de Copacabana, formado em Educação Física, ex-policial civil, ele é agente da Polícia Federal, lotado há três anos e meio em Foz do Iguaçu (Paraná). É do Núcleo Especial de Polícia Marítima (Nepom), grupo de elite que atua na fronteira, combatendo o contrabando e o tráfico de drogas e armas. A delegacia de Foz foi responsável, ano passado, por um terço da maconha apreendida no país. Fora roupas, brinquedos, cigarros, celulares. Junto com o baiano Rafael Ramos, que deixou a carreira na aviação civil porque queria adrenalina, Marcio é o protagonista da quarta edição do “Papo de Polícia”, pr...

Pra frente, Brasil

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O Estado de S.Paulo O governo federal prepara uma "forte campanha de mídia" para convencer o contribuinte de que a realização da Copa do Mundo é boa para o País. Nas palavras do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, há a necessidade de fazer um esforço de propaganda para servir de contraponto ao noticiário negativo. "A imprensa mente para caramba", declarou Carvalho, na característica linguagem autoritária do governo petista, para o qual qualquer crítica equivale a uma tentativa de golpe. Segundo disse o ministro em encontro com militantes de movimentos sociais, o governo se equivocou ao permitir que se criasse "uma visão parcial e distorcida" a respeito dos gastos com estádios e dos atrasos de obras. Na opinião dos governistas, portanto, os inúmeros problemas rel...

Níveis de investigação para resolver crimes são baixos

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Está errado! Por: Livia Scocuglia Os níveis de investigação criminal para resolver crimes são baixos. A maior parte dos detentos de São Paulo foi presa em flagrante e não por causa de investigação. A constatação é o resultado da pesquisa divulgada nesta semana, pela Fundação Getulio Vargas. Ao todo, 65,8% dos presos foram detidos no dia em que cometeram o delito. Quando analisado o crime de roubo, a porcentagem de presos no próprio dia da ocorrência é ainda maior: 78,2%, o que pode indicar baixo nível de investigação criminal no Estado. Para um dos coordenadores do projeto, José de Jesus Filho, da Pastoral Carcerária, esses dados apontam que as pessoas estão sendo presas de forma errada no país. "A investigação no Brasil não acontece. Nós não prendemos o criminoso do colarinho branco, não ...