Banco genético do crime parado na burocracia
DNA
Com estrutura pronta para modernizar as investigações no Brasil, o banco nacional de DNA de criminosos já poderia ter apontado os autores de diversos delitos. A ferramenta, considerada uma aliada poderosa da polícia e amplamente usada no exterior, no entanto, esbarrou na caneta da presidente Dilma Rousseff. Falta apenas a assinatura dela no decreto que regulamenta a lei de criação do cadastro nacional de DNA, para que o primeiro material genético de um acusado de crime sexual, recolhido em Belo Horizonte, integre o banco. O texto da regulamentação está parado desde dezembro na Casa Civil, que não sabe informar o motivo da demora. Enquanto isso, o país assiste a uma escalada da criminalidade.
Enquanto o decreto não sai, pouco adianta a atitude pioneira de uma juíza de Ribeirão das Neves...
